A mandala como guia para o encontro amoroso com a própria alma

Autores

DOI:

https://doi.org/10.70435/junguiana.v44.308

Palavras-chave:

mandala, Psicologia Analítica, Individuação, complexo, sombra, símbolo

Resumo

Neste artigo, apresenta-se a análise de um caso clínico em que a confecção de mandalas foi utilizada como recurso. A inspiração para essa proposta terapêutica surgiu a partir da experiência descrita por Carl Gustav Jung em seu Livro Vermelho, onde ele relata como a criação espontânea e voluntária de mandalas favoreceu significativamente seu processo de desenvolvimento psíquico. A paciente, que já cultivava o hábito de desenhar mandalas como forma de expressão pessoal e que se identificava profundamente com os fundamentos da Psicologia Analítica, aceitou a proposta de fazer esses desenhos no setting terapêutico, a fim de analisá-los conjuntamente à luz da teoria junguiana.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Luana Morelli De Luccia, Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica, São Paulo - Brasil

Pesquisadora independente. São Paulo, São Paulo. Brasil. Psicóloga, membro analista da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica (SBPA) e da International Association of Analytical Psychology (IAAP).

Referências

Segue o texto com **quebra de linha entre as referências**, mantendo o conteúdo original:

ARAS — Archive for Research in Archetypal Symbolism. (2010). The book of symbols: Reflections on archetypal images. Taschen.

Chevalier, J., & Gheerbrant, A. (1990). Dicionário de símbolos (8ª ed.). José Olympio.

Jung, C. G. (2009). Livro Vermelho — Liber Novus (3ª ed., sem ilustrações). Vozes.

Jung, C. G. (2012a). Psicologia e alquimia (Obras completas, v. 12; 6ª ed.). Vozes.

Jung, C. G. (2012b). Mysterium coniunctionis (Obras completas, v. 14/1–2; 4ª–6ª ed.). Vozes.

Jung, C. G. (2013a). A energia psíquica (Obras completas, v. 8/1). Vozes.

Jung, C. G. (2013b). A natureza da psique (Obras completas, v. 8/2; 10ª ed.). Vozes.

Jung, C. G. (2013c). A prática da psicoterapia (Obras completas, v. 16/1; 7ª ed.). Vozes.

Jung, C. G. (2013d). Aion: Estudos sobre o simbolismo do Si-mesmo (Obras completas, v. 9/2; 10ª ed.). Vozes.

Jung, C. G. (2013e). Estudos alquímicos (Obras completas, v. 13; 4ª ed.). Vozes.

Jung, C. G. (2013f). Símbolos da transformação (Obras completas, v. 5). Vozes.

Jung, C. G. (2014). Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Obras completas, v. 9/1; 11ª ed.). Vozes.

Jung, C. G. (2015). O eu e o inconsciente (Obras completas, v. 7/2; 27ª ed.). Vozes.

Jung, C. G., & von Franz, M.-L. (2008). O homem e seus símbolos (2ª ed.). Nova Fronteira.

Silveira, N. (1992). Imagens do inconsciente (5ª ed.). Alhambra.

Stein, M. (2006). Jung: O mapa da alma. Cultrix.

von Franz, M.-L. (1990). A lenda do Graal. Paulus.

von Franz, M.-L. (1992). A árvore: Imagens arquetípicas da individuação. Paulus.

von Franz, M.-L. (1999). O animus e o anima nos contos de fadas. Paulus.

Publicado

04-03-2026

Como Citar

De Luccia, L. M. (2026). A mandala como guia para o encontro amoroso com a própria alma. Junguiana, 44, 1–11. https://doi.org/10.70435/junguiana.v44.308

Edição

Seção

Caso clínico